"Para muitos cristãos, oração é ter pensamentos espirituais. Isso não é oração. Oração é achegar-se à presença de Deus com tudo o que você é. Você pode dizer: “Senhor, eu não gosto desta pessoa. Não consigo suportá-la”. A vida de oração de muitas pessoas é seletiva. Geralmente só colocam diante de Deus o que querem que Ele saiba e o que pensam que Ele suporta ouvir. Deus é Deus, Ele agüenta ouvir tudo (...)Transforme seus pensamentos em oração. Como nos envolvemos com o pensar incessante, então somos chamados à oração incessante. A diferença não é que a oração é pensar sobre outras coisas, mas que a oração é o pensar em diálogo. É um movimento de um monólogo centrado em mim mesmo, para uma conversa com Deus". (Henry Nouwen, em entrevista concedida à Revista Christianity Today International) “Até os cabelos da cabeça de vocês estão todos contados. Portanto, não tenham medo!” (Mateus 10:30-31)
Por que Jesus ficou cansado em Samaria (João 4.6), admirado em Nazaré (Marcos 6.6), e bravo no Templo (João 2.15)? Por que ele ficou com sono no barco no Mar da Galiléia (Marcos 4.38), triste ao saber da morte de Lázaro (João 11.35) e com fome no deserto (Mateus 4.2)? Por que Jesus sentiu-se sozinho no Getsêmani (Mateus 26.36-46) e abandonado no Gólgota (Marcos 15.33-34)? Por quê? Por que ele suportou todos estas sensações? Porque ele sabia que você as sentiria também. Ele sabia que você ficaria cansado, admirado e bravo. Ele sabia que você ficaria com sono, enlutado e com fome. Ele sabia que você enfrentaria a dor. Ele sabia que você sentiria a terrível dor da solidão. Ele sabia que você se sentiria abandonado e rejeitado. Se não a dor no corpo, a dor na alma... dor forte demais para ser menosprezada ou ignorada. Ele sabia que você enfrentaria a sede. Se não uma sede por água, pelo menos uma sede pela verdade. Ele sabe que você enfrentaria fome. Se não uma fome por pão, por certo uma fome de vida profunda e com real sentido. Quando ninguém mais sabe ou ninguém mais entende, Ele sabe e Ele entende. E porque Ele entende, podemos ir até Ele. Porque Ele entende, porque Ele sabe e porque Ele é Deus, podemos ter esperança! No amor dAquele que nos amou primeiro,
"Tu és o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio".
Salmos 91:2
Já aconteceram realmente coisas ruins com você? Você e Deus podem ter diferentes definições para a palavra "ruim". Pais e filhos têm. Consulte a palavra ruim no dicionário de um estudante com 15 ou 16 anos e você lerá definições como “espinha no nariz”, ou “prova surpresa de geometria”. “Pai, isso é muito ruim!”, os jovens falam. O pai, que já passou por isso algumas vezes, pensa diferentemente. Espinhas passam...
O que você e eu podemos avaliar como um desastre total, Deus pode avaliar como um problema no mesmo nível da espinha que passará. Ele vê sua vida como você vê um filme depois de ler o livro. Quando algo ruim acontece, parece que o ar do cinema foi sugado. Todos os outros ficam ofegantes com a crise na tela. Você não. Por quê? Você leu o livro. Sabe como o mocinho sai da enrascada... Deus vê sua vida com a mesma segurança. Ele não só leu sua história... Ele a escreveu.
A frase é do popstar Elton John. O cantor britânico Elton John, 62, deu uma entrevista a revista norte-americana "Parade" na qual declarou que Jesus era gay. A entrevista ganhou destaque no tabloide inglês "The Sun". "Acho que Jesus tinha muita compaixão, era um homem gay superinteligente, que entendeu os problemas da humanidade", disse. "Jesus queria que nós amássemos e perdoássemos. Não sei o que faz as pessoas serem tão cruéis. Tente ser uma lésbica no Oriente Médio --é melhor estar morto." Na mesma entrevista, ele comenta como conheceu o companheiro, David Furnish, 47. "Senti atração imediata por David. Ele estava muito bem vestido, era muito tímido. Na noite seguinte, nós jantamos. Depois disso, nos apaixonamos muito rápido." (Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u696080.shtml)
Ao ler a frase de Elton de John, lembrei-me de um provérbio iídiche:
"Para o verme num rabanete, o mundo inteiro é um rabanete".
"Preciosa" e "Amor sem escalas" receberam seis indicações ao Oscar 2010 – a premiação da balada (mas nem sempre coerente) Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.
Caso você não tenha assistido aos dois filmes, não se preocupe. Definitivamente não quero ser estraga diversão/emoção.
Como sou um fugitivo da badalação carnavalesca, resolvi assistir nestes dias festa pagã alguns dos filmes indicados ao Oscar.Posteriormente, caso tenha alguma motivação, falarei sobre “Guerra ao Terror”. Hoje, contudo, quero tecer algumas poucas linhas sobre os dois filmes supracitados.
Outra coincidência (a primeira, caso você não tenha percebido, é que ambos possuem 6 indicações ao Oscar) é que estes dois longas não atraem pelos títulos.Só me aventurei a assistir ao filme “Precious” porque é uma produção independente (pouco dinheiro e uma história estranha para os padrões de Hollywood), e os filmes independentes, por isso mesmo, geralmente guardam boas surpresas. Outra motivação é que "Precious", é a adaptação do livro "Push", de Sapphire, um sucesso de crítica e público em 1996.
“Amor sem escalas” foi o péssimo título escolhido para o filme “Up in The Air”.O filme, apesar do título em português, não é romance (mas tem isso também); não tem drama (mas tem um pouco disso também) e não é comédia (embora faça rir um pouco).
“Precious” é o sonho americano às avessas. É o lado vergonhoso da poderosa América, que a América teme mostrar. É a periferia que não se vê em “Up in The Air”. Enquanto a personagem vivido por George Clooneyem “Up in the Air” sonha com 1 milhão de milhas na Cia área American Airlines,a personagem vivida por Gabourey Sidibe, sonha com qualquer realidade que a coloque longe das quatro paredes da sua casa.
“Up in the air” é um filme sobre desapego. Sobre empregos que terminam, sobre relacionamentos que terminam (ou de tão casuais nem mesmo se sabe se existem). “Precious”, por sua vez, é um filme sobre o desejo de sentir-se amado, de sentir-se “aqui”, de ser notado, de sentir-se alguém ou parte da história de alguém, e não apenas um objeto a ser usado ou vitimado por aqueles dos quais se esperava o amor.
Como cada uma das personagens lida com o seu sonho (e com o desapego/apego)? Eis o que torna os dois filmes tão interessantes!
Na tamanha dessemelhança não é fácil perceber que os enredos se confundem. Claireece Jones Precious (Gabourey Sidibe) e Ryan Bingham (George Clooney), só precisam de amor!
“Nós precisamos começar a amar para não adoecer”. (Sigmund Freud )
“As pessoas não estão apenas com fome de pão, mas como fome de amor. Não querem apenas uma peça de roupa, mas a dignidade humana” (Agnes Gonxha Bojaxhiu -Madre Teresa de Caucutá)
“Acima de todas as coisas, coloquem o amor, pois ele dá sentido a todas as coisas”(Apóstolo Paulo, Carta aos Colossenses 3.14 - traduçao livre do texto em grego)